Homicídio e latrocínio desafiam a Polícia Civil
Mas a pergunta que precisa ser feita não é apenas o que fizeram com Orelha, e sim quem são os adolescentes capazes de achar graça nisso. Que tipo de formação — ou deformação — produz jovens que veem na dor alheia uma forma de entretenimento? Que educação falhou de maneira tão profunda a ponto de transformar crueldade em riso? Quem se diverte assim, amanhã vai se divertir espancando alguém fora do “padrão”. Ou participando de estupros coletivos tratados como "parte da farra”.