Entre expectativas, excessos e silêncios, Elisa Fernandez reflete sobre o que o Natal deixa para trás e por que o Ano Novo ainda insiste em nos oferecer recomeço
Observei pessoas em seus momentos de carinho com familiares que partiram, olhei para o céu azul, abracei a vida e seus fundamentais lutos inscritos no corpo, na estrada, na paisagem.
Para a semióloga francesa Pauline Escande-Gauquié, “acima de tudo, a lógica é criar ou fortalecer o vínculo com sua comunidade, com seus fãs se você é famoso, com os cidadãos se você é político”.