Segundo delegada, apurações seguem sob responsabilidade da mesma equipe e principal mudança é a tramitação dos processos na Justiça
Decisão mantém inquérito sobre a morte da criança na Vara do Júri, mas determina que relatos de agressões contra a companheira do investigado sejam apurados pela Deam
Advogados sustentam que japonesa também era vítima de violência e não presenciou as agressões finais ao filho; Polícia Civil seguirá apurando se alegações afastam ou não sua responsabilização
Advogados sustentam que ela também era vítima de agressões físicas e psicológicas, afirmam que ela fez partos em casa e nunca teve autonomia durante os dez anos de casamento
Rotina em uma área isolada de Águas Claras contrasta com a crueldade do crime