Verão

Força-Tarefa já apreendeu cerca de 9 toneladas de alimentos impróprios no Litoral Norte nesta semana

Mercado vistoriado nesta quinta-feira em Capão da Canoa teve a padaria e a área de fatiados interditadas pelas más condições de higiene

De acordo com o MPRS, outras irregularidades encontradas no estabelecimento foram produtos fora da temperatura adequada, alimentos vencidos, sem procedência e fatiados de forma incorreta
De acordo com o MPRS, outras irregularidades encontradas no estabelecimento foram produtos fora da temperatura adequada, alimentos vencidos, sem procedência e fatiados de forma incorreta Foto : MPRS / Divulgação / CP

Com a apreensão realizada nesta quinta-feira de 115 kg de alimentos impróprios para consumo em Capão da Canoa, a Força-Tarefa Segurança dos Alimentos do Ministério Público do Rio Grande Sul (MPRS) totalizou quase 9 toneladas de produtos apreendidos e inutilizados nesta semana em municípios do Litoral Norte.

Segundo o MPRS, o mercado vistoriado nesta quinta teve a padaria e a área de fatiados interditadas pelas más condições de higiene. Outras irregularidades encontradas no estabelecimento foram produtos fora da temperatura adequada, alimentos vencidos, sem procedência e fatiados de forma incorreta.

Durante esta semana, os agentes da força-tarefa também fiscalizaram mercados nas cidades de Balneário Pinhal, Cidreira, Tramandaí e Torres. O promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Porto Alegre, ressalta que os agentes resolveram voltar ao município de Cidreira devido à situação preocupante encontrada nesta semana.

Na quarta-feira, na segunda visita dos agentes, foram apreendidas mais de 2,7 toneladas de alimentos, incluindo uma grande quantidade de carne, embutidos, iogurtes e queijos impróprios para consumo. “É papel do Ministério Público fiscalizar os estabelecimentos comerciais no Estado para verificar se as normas de segurança, que garantem a qualidade dos alimentos, estão sendo respeitadas e, assim, garantir os direitos dos consumidores a alimentos próprios para o consumo”, ressaltou o promotor.

Na fiscalização desta quinta-feira, além do promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Porto Alegre, participaram a promotora de Justiça de Capão da Canoa, Luziharin Carolina Tramontina, servidores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRS), representantes da Vigilância Sanitária Municipal de Capão da Canoa, da Secretaria Estadual da Saúde, da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI), da Delegacia do Consumidor (DECON) e Patrulha Ambiental da Brigada Militar (PATRAM).