Verão

Prefeitura de Santo Antônio da Patrulha apresenta projeto de restauração do Museu Caldas Júnior

Representantes da Cultura do município estiveram no Correio do Povo para divulgar iniciativa

Comitiva da prefeitura apresentou projeto para restauração de imóvel tombado
Comitiva da prefeitura apresentou projeto para restauração de imóvel tombado Foto : Pedro Piegas

Uma comitiva da Prefeitura do município de Santo Antônio da Patrulha, no Litoral Norte do Estado, foi recebida no Salão Nobre do Correio do Povo para divulgar o projeto de restauração do museu que homenageia o fundador do jornal, Francisco Antônio Caldas Júnior. Com um acervo composto de utensílios pessoais da família além de réplicas da primeira edição do jornal a circular em 1895, a Fundação Museu Antropológico Caldas Júnior preserva a história do surgimento da imprensa gaúcha, na casa em que o jornalista morou.

Atualmente também guarda o acervo pessoal e familiar de Maria Luíza Haussler, conhecida na história e imaginário gaúchos como “A noiva da Lagoa”. A exposição resgata a história da moça morta ao sair de uma festa com o namorado. O corpo foi jogado na Lagoa dos Barros, que fica entre Santo Antônio da Patrulha e Osório, às margens de onde hoje é a Freeway. No espaço do Jardim do Imperador também são realizadas atrações culturais abertas à comunidade. A área externa do museu conta com uma Palmeira Imperial, com mais de 20 metros de altura, plantada como símbolo da passagem do Imperador Dom Pedro I pelo município por volta de 1820.

Participaram da reunião o prefeito, Rodrigo Massulo, o Secretário Municipal da Cultura, Turismo e Esporte, Sérgio Alexandre Airoldi, o presidente da Fundação Museu Antropológico Caldas Júnior, Rafael Barcela Gudaites e a Diretora da Cultura de Santo Antônio da Patrulha, Jassira Castro. No encontro foi apresentado o projeto de restauração que conta com adaptações de acessibilidade, correção de problemas estruturais do imóvel que já tem mais de 200 anos. A casa que pertenceu a família foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE) como patrimônio histórico e cultural do município e adaptada para fins museológicos na década de 1980.

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