O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) reinaugurou a Biblioteca João Bonumá, localizada no prédio sede da instituição. O espaço ficou 10 meses fechado por conta de reformas, depois de ter sido inundado na enchente de maio de 2024.
Além de celebrar a reabertura da biblioteca, que abriga acervo de mais de 24 mil exemplares, entre livros, teses e periódicos, a instituição também homenageou servidores, terceirizados e estagiários do MPRS, bem como voluntários, que atuaram para salvar as obras e, após, na sua recuperação e preservação.
O procurador-geral de Justiça, Alexandre Saltz, falou sobre a emoção e a alegria do momento, lembrando daqueles primeiros dias, quando a água começou a subir e já apareceram voluntários para levantar os livros. “A solidariedade nos deu força, resiliência. Foi o grande combustível para que pudéssemos fazer com que o Estado voltasse à situação de quase completa normalidade que temos hoje”, destacou.
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“Preservando a biblioteca, que é um espaço de conhecimento, a gente preserva a memória, a cultura, projeta o futuro através daquilo que está registrado em letras aqui dentro. Por isso, a nossa gratidão em relação a cada um que, da sua maneira, com dedicação, vontade e destemor colaborou para que hoje esse ato pudesse acontecer”, completou Saltz.
A procuradora de Justiça Ana Maria Moreira Marchesan, diretora do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) do MPRS, também comentou sobre o período das enchentes. “O MP fez história como instituição, não só voltada para a comunidade como um todo, mas também internamente, graças aos nossos servidores que, com muita galhardia, coragem e presteza, vieram até o prédio de barco e conseguiram elevar todo o nosso acervo. Nada foi perdido e isso significa que a gente lutou bravamente para preservar a nossa história, memória e, principalmente, a mais importante ferramenta de trabalho, que são os livros.”