A disputa pelo Miss Universo 2026 ainda está a alguns meses de distância, mas alguns nomes já começam a ganhar projeção internacional. Entre eles está a brasileira Marcella Kozinski, atual Miss Universe Brasil, destacada pela imprensa estrangeira ao lado de representantes de países tradicionalmente fortes nos concursos de beleza.
A 75ª edição do Miss Universo está marcada para 24 de novembro, em Porto Rico, e deve reunir candidatas de diferentes partes do mundo. Antes mesmo do início da competição, a presença latino-americana já chama atenção.
O portal internacional Cuballama, que acompanha o universo dos concursos de beleza, colocou Marcella entre as representantes latinas que merecem atenção na disputa. Na seleção, a brasileira aparece ao lado de candidatas de países como Argentina, Venezuela, Equador, Paraguai e Porto Rico.
Ao apresentar Marcella aos leitores, a publicação também destacou sua trajetória como empresária e relembrou uma declaração feita por ela após conquistar o título brasileiro: “Os sonhos nunca envelhecem e eu sou a prova viva disso.”
Coroada Miss Universe Brasil em 25 de julho, em São Paulo, Marcella já havia demonstrado confiança em relação à etapa internacional. “Vai ser uma experiência muito enriquecedora para mim e, principalmente, para o Brasil. Nós vamos esse ano com muita força, estamos com uma organização maravilhosa, tenho certeza de que será maravilhoso”, afirmou após receber a faixa.
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América Latina chega com candidatas de diferentes perfis
Entre os nomes que já despertam atenção está Tamara Rogouski, da Argentina, que fez história ao se tornar a primeira mãe a conquistar o título nacional. O Equador será representado por Dalia Bucaram, neta do ex-presidente Abdalá Bucaram.
Já Clara Vegas leva a faixa da Venezuela, país que tem uma das trajetórias mais tradicionais da competição e soma sete coroas no Miss Universo. A vitória venezuelana mais recente ocorreu em 2013, com Gabriela Isler.
No Paraguai, a candidata é Gretha Matiauda, modelo internacional que também segue carreira na música e lançou, em 2022, o single Bonita. Completam o grupo sul-americano citado pela publicação Valeria Mena, da Bolívia; Dominga López, do Chile; Lucía Piñeyro, do Uruguai; e Luren Márquez, do Peru.
A representante peruana construiu carreira como modelo nos Estados Unidos e também atua como apresentadora de televisão, tendo participado de trabalhos em cidades como Nova York, Los Angeles e Miami.
A presença latina se estende ainda pela América Central e pelo Caribe. María Alejandra Acosta, da Costa Rica, é modelo e apresentadora; Sofía Córdova, de El Salvador, chega com experiência em concursos internacionais; e a guatemalteca María Adelina Castillo concilia a participação no universo miss com a carreira de pediatra.
A República Dominicana será representada pela modelo Melissa Núñez. Em Porto Rico, país-sede desta edição, Jennifer Barreto compete diante do público local. Já Mia Dio representa Cuba na disputa pela coroa.
Preparação vai além da beleza
Para Natália Guimarães, Miss Universe Brasil 2007, Top 2 do Miss Universo naquele ano e atual diretora de estratégias do concurso nacional, a preparação é um dos fatores capazes de fazer diferença em uma competição internacional. Ao relembrar a própria trajetória, Natália avalia que seu resultado ajudou a mostrar que o Brasil pode disputar o título “de igual para igual com qualquer país” quando existem “preparo, autenticidade e dedicação”.
Para ela, uma candidata competitiva também precisa reunir atributos que vão além da aparência. “Comunicação, inteligência emocional, disciplina e propósito fazem toda a diferença. Vejo com alegria que o Miss Universe Brasil evoluiu muito nesse sentido e hoje prepara mulheres cada vez mais completas.”
Até novembro, Marcella seguirá a preparação para representar o Brasil em Porto Rico. A projeção conquistada antes mesmo do início da competição coloca a brasileira entre os nomes latino-americanos que começam a movimentar a temporada do Miss Universo 2026.
