O calendário eleitoral vai se impondo e duas datas estratégicas estão batendo à porta: no dia 3 de abril, termina a janela partidária e, no dia 4, o prazo para as desincompatibilizações. Os próximos dias serão estratégicos para o avanço de definições ainda pendentes no Estado.
A principal envolve o futuro do governador Eduardo Leite (PSD), que deu uma demonstração de força e articulação no sábado, em ato do PSD marcado por mais uma leva de filiações de peso. A lista ficará ainda mais extensa, em breve, com o ingresso de Ernani Polo e outros progressistas.
Leite tem, a partir de hoje, 13 dias para decidir seu futuro político. Uma outra alternativa se abriu no sábado, com a declaração de Gilberto Kassab, de que o PSD poderá ter chapa pura ao Planalto. Estão no cenário, então, a cabeça de chapa, vaga para a qual o mais cotado é governador do Paraná, Ratinho Júnior, a vice e ainda o Senado.
Com o fim da janela, dia 3 de abril, os partidos avançarão ainda nas composições das nominatas proporcionais. Outra incógnita, que não depende dos prazos da janela ou de desincompatibilização, mas que deve ter um desfecho em abril, é o impasse envolvendo o PT, o PDT e o palanque único para Lula no Estado.
