A votação do parecer favorável à Lei de Diretrizes Orçamentárias, nesta quinta-feira, na Comissão de Finanças da Assembleia, foi marcada por embates que são apenas uma prévia do que está por vir durante a análise da proposta no plenário da Casa.
O líder do governo, Frederico Antunes (PSD), irá propor que a votação ocorra na próxima terça-feira. Após anos na função, Frederico não foi o relator, mas agiu como tal, saindo em defesa do texto. A relatoria ficou a cargo de Juvir Costella (MDB).
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A LDO estabelece as linhas gerais para o orçamento-geral do Estado de 2027, que será cumprido pelo eleito (a) em outubro para comandar o Piratini. A tendência é a de que as discussões em plenário sejam marcadas por fortes investidas de deputados da oposição à direita e à esquerda, que apoiam pré-candidatos adversários do governo, transformando a sessão em palanque.
Diferentemente de anos anteriores, quando o governo contava com ampla base aliada, em torno de 40 parlamentares, a situação agora é distinta. Em função das eleições e do desembarque de uma série de partidos da gestão Leite, para ter o protagonismo, caso do PDT, da pré-candidata Juliana Brizola, e do PSB, que apoia a trabalhista, ou para integrar a coligação do representante do PL na disputa, Luciano Zucco. Entre eles, PP, Podemos e Republicanos. Os aliados atualmente estão restritos ao PSD e ao MDB.
