Kannemann chegou ao Grêmio na metade de 2016 e de imediato se identificou com o clube. Não por outra razão, o zagueiro de 34 anos está prestes a completar uma década em Porto Alegre usando a camisa 4.
Se cumprir mais duas temporadas do contrato renovado recentemente poderá pensar em uma possibilidade que certamente não imaginava lá atrás quando trocou o futebol mexicano pelo brasileiro.
"Quem não gostaria de de terminar a carreira em um clube como o Grêmio? Se eu puder terminar aqui seria espetacular. Mas o futebol é muito dinâmico, nunca se sabe o que pode acontecer. Se eu ficar, sempre darei meu máximo. Até quando será isso nunca se sabe, mas eu darei o máximo sempre", disse o argentino no último treino antes da estreia gremista no Gauchão.
Ao lado de Arthur todo o tempo da entrevista no CT Luiz Carvalho, o jogador avaliou o começo de trabalho do novo comandante. Para ele as ideias de Luís Castro, pelo menos até o momento, estão dentro do contexto.
"Hoje na minha opinião as ideias são muito parecidas. Eu sempre fui um zagueiro que foi à caça e joga com metros nas costas. E há momentos para tudo, marcar alto ou baixo. Tem que ver as peças que tem, o momento, o rival. Mas nós somos Grêmio e queremos voltar a ser protagonistas", completou.
Para a partida contra o Avenida, neste sábado, às 21h, no estádio dos Eucaliptos em Santa Cruz do Sul, o português deverá fazer escolhas levando em conta principalmente a questão física. Veterano e nome mais longevo do vestiário gremista, Kannemann está cotado para começar entre os titulares.