Municípios do Vale do Sinos enviam ao governo do RS alterações nos protocolos da Covid-19

Municípios do Vale do Sinos enviam ao governo do RS alterações nos protocolos da Covid-19

Cultos, missas, horários comércio, restaurantes e shoppings sofrerão modificações devido à migração para a bandeira laranja

Stephany Sander

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A Associação dos Municípios do Vale do Rio do Sinos (Amvars), redigiu, ainda na noite de terça-feira, as alterações aos protocolos regionais que foram apresentadas ao governo do Rio Grande do Sul tendo em vista, a migração da região para a bandeira laranja do Modelo de Distanciamento Controlado do RS. O modelo de cogestão adotado pela Região 7 sofrerá alterações em itens como cultos, missas, horários comércio, restaurantes e shoppings.

“São medidas que já havíamos observado ao longo da vigência do nosso decreto de cogestão e que já estudávamos alterar antes de sermos classificados com a bandeira laranja”, afirma a presidente da Amvars Tânia Terezinha da Silva.

Em agosto, depois de várias semanas em bandeira vermelha, a região optou por gerenciar seus próprios protocolos aderindo ao modelo de cogestão proposto pelo Estado. Por isso, desde a segunda quinzena do mês segue suas próprias regras que passarão por alterações tendo em vista a mudança de bandeira.

Todas as alterações propostas foram discutidas pelo Comitê Técnico Covi9-19 R7. Uma das mudanças, diz respeito a cultos e missas que passarão a ter permissão de ocupação de 50% da capacidade do local e com observação do distanciamento entre os participantes. O comércio em geral teve seu horário ampliado, passando das 8h às 19h.

Já shopping podem abrir das 10h às 22h, sem limitação de dias. As lojas de conveniências dos postos de combustíveis não sofrem alterações permanecendo disciplinadas pela regra do primeiro decreto de cogestão regional.  Os demais regramentos – como empresas, mercados, consultórios, transportes, etc – seguirão as regras da bandeira laranja transpostas para o modelo de cogestão.

Ainda na noite de terça, os documentos foram enviados ao Governo do Estado e as regras passam a valer em 48 horas caso não haja manifestação deste.


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