Novo modelo de Distanciamento Controlado no RS deve ser oficializado nesta sexta-feira

Novo modelo de Distanciamento Controlado no RS deve ser oficializado nesta sexta-feira

Medidas entrarão em vigor no Estado a partir deste sábado

Gabriel Guedes

Leite deverá anunciar que novo modelo de Distanciamento Controlado nesta sexta

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O Governo do Rio Grande do Sul adiou para esta sexta-feira a apresentação do novo modelo que passará a regrar o sistema de Distanciamento Controlado. O prazo para envio de sugestões por setores da sociedade gaúcha ao Gabinete de Crise para compor o novo regramento expirou na última terça-feira e o resultado consolidado deveria ter sido apresentado nesta quinta-feira

Foram realizadas ainda, na semana passada, reuniões com prefeitos e deputados, líderes de entidades empresariais e com especialistas em saúde para apresentar e debater a proposta do governo. Mas o Palácio Piratini não adiantou quais foram as sugestões acolhidas.

Proposta

Na proposta do governador Eduardo Leite, a população será regida por dois tipos de protocolos: os gerais e os de atividades. Os protocolos gerais serão definidos pelo governo do Estado e devem ser seguidos obrigatoriamente por toda a população, em todas as atividades e em todos os municípios.

Já, os protocolos de atividades, são subdivididos entre obrigatórios e variáveis. Os da primeira categoria são específicos e devem ser seguidos para cada atividade e os variáveis serão propostos pelo Estado como padrão, mas poderão ser ajustadas por uma determinada região para adequá-las à sua realidade.

Juntamente com a apresentação, Leite deverá anunciar que as novas medidas entrarão em vigor a partir da meia-noite do próximo sábado. O modelo de Distanciamento Controlado será substituído, segundo o próprio governador, devido à nova etapa no enfrentamento à pandemia, cuja decisão foi anunciada no dia 27 de abril.

Foi decisivo, no entanto, o descrédito crescente que atingiu o modelo devido a uma série de alterações, promovidas para atender reivindicações de prefeitos, setores do comércio e da gastronomia e, por último, para viabilizar a volta às aulas.

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