Cidades

Parque Zoológico, em Sapucaia do Sul, reabre com expectativa de receber 12 mil visitantes até domingo

O local reabriu ao público após fechar em 12 de maio por conta da confirmação do foco da Gripe Aviária, que matou 168 aves aquáticas

Espaços foram revitalizados, novas placas e mapas identificando os tipos de animais foram instalados
Espaços foram revitalizados, novas placas e mapas identificando os tipos de animais foram instalados Foto : Fernanda Bassôa / Especial CP

Antes mesmo da abertura dos portões, uma fila de carros já havia se formado ao longo da BR 116, na manhã desta a quinta-feira, para dar início à visitação dos mais de 1 mil animais que residem no Parque Zoológico, em Sapucaia do Sul. O local reabriu ao público após fechar em 12 de maio por conta da confirmação do foco da Gripe Aviária em 15 de maio, que matou 168 aves aquáticas. Como forma de celebrar a retomada das atividades e de reforçar o compromisso com a educação ambiental e a conservação da biodiversidade, o dia da reabertura contou com entrada gratuita para pedestres, automóveis e motocicletas.

Até o próximo domingo são esperados cerca de 12 mil visitantes. De acordo com a secretária estadual do Meio Ambiente, Marjorie Kauffmann, um novo morador deve se unir aos animais que já vivem no local. Um filhote de puma, deve chegar ainda no domingo para alegria da criançada. "Hoje realmente é um dia de festa para nós. Revitalizamos os espaços. Temos novas placas e mapas identificando os tipos de animais, as famílias de animais e os colaboradores estão todos muito dispostos a receber os visitantes porque este é um lugar de visitação. Quando vimos todas aquelas pessoas e fila de carros, cheios de crianças foi uma grande felicidade, porque o Zoo volta a sua rotina. Nós entendemos que o parque tem muito a entregar. É um local de educação ambiental, de conhecimento, de ciências e de biologia."

Marjorie recorda que o local permaneceu por quase 80 dias fechado. "Não existia um protocolo para zoológico, para áreas de manutenção de animais silvestres confinados. Então nós tivemos que adaptar. Aqui protocolo teve que ser outro porque temos ambientes abertos e temos vários tipos de animais." Ela explica que deu-se início pela redução da circulação de pessoas, de agentes externos, porque o Zoo tem colaboradores, visitantes e tem ainda serviços essenciais que não pôde parar como, a questão da alimentação dos animais e a vigilância que foi mantida, além de serviços básicos.

"Mas ficamos muito atentos porque aqui temos mais de 1 mil animais. É um lugar propício para proliferação e até mesmo para a mutação deste vírus. Depois deste período, nós revisitamos os nossos protocolos e preparamos o parque para receber as pessoas." Sobre conceder espaços para a iniciativa privada, a secretária disse que o estado teve uma tentativa de fazer concessão do zoológico que foi frustrada. "Neste momento estamos trabalhando com melhorias independente de concessão, mas não posso dizer que no futuro não vá acontecer. Agora, nós estamos nos dedicando a dar a melhor condição possível para os animais e para os colaboradores para manter este espaço com o melhor acesso para a população gaúcha.

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