A população indígena de São Leopoldo, residente na Aldeia Por Fi Ga, aguarda pela ampliação da unidade de saúde no local. Atualmente, o espaço abre somente às terças-feiras para consultas médicas. “Doença não escolhe hora nem dia. Por isso, além da ampliação dos atendimentos, queremos um veículo para o transporte de pacientes”, explica Cleusa Lopes, moradora responsável por abrir e fechar o posto. Segundo ela, o veículo servirá para o deslocamento de idosos, crianças, gestantes e para a necessidade de casos graves, tendo em vista que a aldeia, no bairro Feitoria, fica a cerca de 30 minutos do centro da cidade. São cerca de 50 famílias.
Conforme o secretário de Saúde de São Leopoldo, Ricardo Charão, as necessidades da comunidade caingangue vêm sendo debatidas em reuniões, e a ampliação da unidade já está confirmada para a alocação de novos equipamentos odontológicos. Os investimentos serão oriundo de repasses do Estado, de R$ 3 mil por mês. "Os valores, que estão em atraso desde março de 2014, somam mais de R$ 33 mil", diz. A expectativa é que os repasses sejam feitos nos próximos 60 dias. Uma nova reunião deve ocorrer na próxima semana para debater as solicitações.
Posto de saúde em aldeia de São Leopoldo passará por melhorias
Comunidade caingangue reúne cerca de 50 famílias e fica bairro Feitoria