"Uma comissão de motoristas de aplicativos nos solicitou alterações que eles apontavam como necessárias neste projeto. Como sempre primamos pelo diálogo, estamos agora avaliando essas mudanças apontadas pelos profissionais." O secretário afirma que agora o texto está sendo reavaliado. Além disso, o texto original é anterior à lei federal que regulamenta os aplicativos de transporte em nível nacional, publicada no Diário Oficial da União em março.
Conforme a motorista de aplicativo Camila Veiga, entre os pedidos de alteração esta a exigência de comprovante de residência no município por parte dos motoristas e ainda a idade máxima dos veículos. "O Executivo estipula cinco anos para os veículos, mas os apps autorizam carros com até oito anos de fabricação." Ela destaca que a exigência de um adesivo de identificação, como pede a administração municipal, tornaria os profissionais alvos mais fáceis para a ação de criminosos. "Queremos regularizar o serviço sem prejudicar qualquer categoria e esperamos fazer isso até o fim do ano", complementa o secretário.