São Leopoldo entra em estado de alerta contra o Aedes aegypti
capa

São Leopoldo entra em estado de alerta contra o Aedes aegypti

Cidade conta com 24 novos agentes da Vigilância em Saúde, desde julho, atuando contra os focos do mosquito

Por
Stephany Sander

Diversos focos do mosquitos foram encontrados, em todos os bairros do município

publicidade

A cidade de São Leopoldo está em estado de alerta por conta do alto risco para casos de doenças ocasionadas pelo mosquito Aedes aegypti. De acordo com o quarto Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), executado no mês de novembro, em todos os bairros do município, diversos focos do mosquitos foram encontrados, e as equipes da Vigilância em Saúde estão retornando às residências onde foram constatados casos positivos para o inseto.

“Alertamos a população que estamos em situação de risco de casos de dengue, zika vírus e febre chikungunya. Recomendamos manter e ampliar os cuidados para evitar o aumento da proliferação do mosquito Aedes aegypti”, explica o diretor do Centro em Vigilância em Saúde, Maurício Prass.

Desde julho deste ano, a cidade conta com 24 novos agentes da Vigilância em Saúde, contratados por processo seletivo realizado pela Unisinos. A equipe é responsável por realizar o trabalho de prevenção diário, com visitas domiciliares e em pontos estratégicos como cemitérios, borracharias, floriculturas e depósitos de material de construção.

Além disso, em parceria com a Secretaria da Educação, durante o intervalo das aulas nas escolas municipais, os estudantes têm a oportunidade de ver amostras com larvas do mosquito transmissor da dengue e receber orientações de prevenção e cuidados. Além das ações nos bairros, nas escolas e unidades de saúde, começará a ser feita a panfletagem de informações para a população no centro de São Leopoldo. “Vamos trazer a população para esse debate, para que todos se tornem fiscalizadores e se conscientizem sobre o problema. O ônibus da saúde também dará atenção especial aos bairros que apresentarem maiores índices”, afirma o secretário de Saúde, Ricardo Charão.