Cidades

Tarifa do transporte público metropolitano será reajustada em 7,32% a partir da próxima terça-feira

Usuários da Região Metropolitana são atendidos por 18 empresas; trata-se do maior sistema de transporte intermunicipal do Rio Grande do Sul, fazendo a ligação entre 34 municípios

Reajuste vai afetar todas as modalidades: linhas comuns, executivo, semidireto, direto e seletivo
Reajuste vai afetar todas as modalidades: linhas comuns, executivo, semidireto, direto e seletivo Foto : Fernanda Bassôa / Especial CP

A partir da próxima terça-feira os usuários do transporte público metropolitano passarão a pagar mais caro pela passagem de ônibus, que sofrerá um reajuste de 7,32%. De acordo com a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), o aumento do valor, a partir de junho, ocorre devido ao reposicionamento tarifário de 2026 e vai afetar todas as modalidades: linhas comuns, executivo, semidireto, direto e seletivo. Os novos valores já foram homologados pela equipe técnica e pelo Conselho Superior da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs). O último reajuste tarifário aconteceu em julho de 2025.

Conforme a Metroplan, a Região Metropolitana é atendida por 18 empresas, todas terão as tarifas reajustadas. Este é o maior sistema de transporte intermunicipal do Rio Grande do Sul, fazendo a ligação entre os 34 municípios. Na Região Sul as empresas Expresso Embaixador e Harms terão reajuste de 8,77% (o maior índice de reposicionamento dentre as regiões) e a empresa Santa Silvana em 7,47%. Já no Litoral Norte o aumento será de 7,79%, nas quatro empresas de transporte público, destacando o reposicionamento por ter sido puxado majoritariamente por pressões operacionais de mercado, superando o impacto fiscal. O reajuste das empresas que atendem a Serra Gaúcha será de 8,76%.

O índice de reposicionamento total de cada região, segundo apontam os economistas da Fundação, é composto pelo reajuste tarifário base (acumulado de 12 meses até março de 2026 baseado na variação de insumos operacionais) somado ao impacto decorrente da reoneração da folha de pagamentos, considerando-se atraso temporal na implementação em 2025 e 2026 dos percentuais de reoneração.

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