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Trensurb apresenta recuperação e modernização do eletrocentro da subestação Fátima, em Canoas

A nova estrutura foi projetada para dar mais robustez ao sistema elétrico de tração dos trens; a elevação dos equipamentos acima da cota de inundação garante que não sejam atingidos pelas cheias

O contrato de modernização prevê a conclusão da subestação Fátima até janeiro de 2026
O contrato de modernização prevê a conclusão da subestação Fátima até janeiro de 2026 Foto : Leonardo Marion / Trensurb / CP

Três frentes de trabalho estão em andamento para reestruturar o sistema de energia elétrica de tração da Trensurb. Em Canoas, um novo eletrocentro está sendo instalado na Subestação Fátima, que reúne, em um módulo moderno e totalmente integrado, equipamentos essenciais para o controle e distribuição da energia de tração dos trens. A instalação foi projetada para proporcionar maior eficiência operacional, mais robustez ao sistema elétrico e redução do tempo de resposta em eventuais ocorrências.

A reconstrução inclui também a elevação dos equipamentos acima da cota de inundação, garantindo que, em caso de uma nova enchente, eles não sejam atingidos e permaneçam protegidos. O contrato de modernização, e ampla recuperação, prevê a conclusão da subestação Fátima até janeiro de 2026.

Segundo o diretor de Operações da Trensurb, Ernani Fagundes, os novos eletrocentros adquiridos pela estatal significam "a modernização do sistema de energia, tornando-o resiliente aos fenômenos climáticos severos". Fagundes explica que as novas estruturas serão ainda mais eficientes e compatíveis com o sistema de telecomando da empresa. Além disso, serão atualizados tecnologicamente.

De acordo com a Trensurb, o contrato de R$ 84,2 milhões prevê a atualização completa de três das cinco subestações de energia elétrica de tração da Trensurb – Fátima (em Canoas), com conclusão prevista para janeiro de 2026; Farrapos (em Porto Alegre), para junho de 2026; e São Luís (também em Canoas), para novembro de 2026 – e três cabines de seccionamento e paralelismo.

"O que estamos realizando não é apenas uma reconstrução, é uma transformação. Com tecnologia de ponta e soluções de engenharia avançadas, buscamos preparar o sistema metroviário para qualquer desafio que venha a surgir. A ideia é fortalecer estruturas e pessoas diante de adversidades", afirma o diretor-presidente Nazur Garcia.

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