Ensino

Plano de Extensão em Participação Social é lançado na Ufrgs

Programa busca potencializar a relação das instituições de ensino superior com entidades sociais

Secretário Nacional de Participação Social, Renato Simões participou no lançamento do plano em Porto Alegre
Secretário Nacional de Participação Social, Renato Simões participou no lançamento do plano em Porto Alegre Foto : Ricardo Giusti

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) foi palco, nesta quinta-feira, do lançamento nacional do Plano de Extensão em Participação Social. O documento estabelece diretrizes para a atuação conjunta com o objetivo de fomentar participação social com a extensão universitária como parte da reconstrução das políticas públicas democráticas no país.

O lançamento contou com a participação do secretário Nacional de Participação Social, Renato Simões, do vice-reitor da Ufrgs, Pedro Costa, da pró-reitora de Extensão da Ufrgs, Daniela Pavani, e da pró-reitora de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), Débora do Amaral.

De acordo com o secretário Simões, a política consolida uma relação entre instituições de ensino superior e entidades sociais, além de fortalecer as comunidades com base na justiça social, cidadania e soberania nacional. “O objetivo é ligar esse trabalho de extensão tão virtuoso que as universidades e institutos federais realizam com o sistema de participação social nos territórios, de modo a fortalecer a participação da sociedade nas políticas públicas do governo”, citou.

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O plano foi criado pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Secretaria-Geral da Presidência da República. Simões reforça que os programas de extensão das instituições de ensino superior servirão como parceiros estratégicos para levar desenvolvimento para as comunidades. O vice-reitor da Ufrgs apontou que a universidade possui uma forte tradição neste tipo de projeto, com cerca de 4 mil ações de extensão atualmente.

“A extensão das universidades, por natureza, já trabalha junto com as comunidades. Essa confluência já é uma realidade e acaba fomentando práticas participativas e politizando essas comunidades no sentido de entender quais são seus direitos garantidos por políticas públicas. A presença da universidade no território acaba sendo educativa e leva essas comunidades a dialogar com governos para garantir desses direitos de forma efetiva”, completou Costa.