A tragédia matou 242 pessoas desde 27 de janeiro, em Santa Maria. Segundo o grupo, as novas informações servem para atestar que houve improbidade administrativa no caso. “Viemos pedir a ajuda do MP como parceiro de trabalho na busca pela Justiça”, destacou o Smaniotto.
De acordo com Roberto Bandeira Pereira, os documentos recebidos serão anexados ao inquérito já em estudo e, havendo realmente a existência de elementos novos, o material pode ser enviado à origem para que os promotores se manifestem e, se for o caso, ampliem a investigação. Os familiares discordaram da conduta do MP de Santa Maria dizendo que o órgão foi brando demais com o poder público do município, que, segundo a Associação, não fiscalizou a boate dentro das exigências da lei.
No início de setembro, um abaixo-assinado com 25 mil assinaturas já havia chegado ao MP pedindo a não homologação do arquivamento dos processos de improbidade pelo Conselho Superior do órgão.