Além de acionar a mais alta instância do judiciário brasileiro, o sindicato vai ingressar com recurso no TJ solicitando liminarmente que haja nova revogação do acordo, conforme a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira. Nas duas cortes, o sindicato vai apresentar argumento indicando que o MP não tinha legitimidade para agir em nome do Cpers. Além disso, que o pagamento do complemento é prejudicial à categoria, que quer o valor somente se entendido como piso - sobre o qual incidem todas as vantagens conquistadas. Os procedimentos devem ser protocolados na quinta ou sexta-feira.
O pagamento do complemento vai custar R$ 67 milhões em 2012, conforme cálculo da Secretaria da Fazenda. Mensalmente, o repasse é de R$ 7,5 milhões para beneficiar 34.789 professores, grupo que recebe menos que a remuneração básica nacional. No programa Esfera Pública da Rádio Guaíba, a secretária adjunta da Casa Civil, Mari Peruzzo, confirmou que a segunda parcela vai ser paga na próxima folha de pagamento do funcionalismo.