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Dnit evita falar em pedágio para manutenção da segunda ponte do Guaíba

Assinatura do contrato será assinado nesta segunda, no Palácio do Planalto

Vai ser assinado na manhã de segunda-feira, no Palácio do Planalto, em Brasília, o contrato para a construção da segunda Ponte do Guaíba. A passagem vai ser bancada com recursos públicos. Sobre a possibilidade de adoção de pedágio para a manutenção da via, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) disse que "não é uma pergunta (que deva ser feita) ao diretor do Dnit". O general Jorge Fraxe acrescentou que "essa é uma decisão de governo".

O vice-presidente do Movimento pela Segunda Ponte do Guaíba garantiu ontem que há o interesse em se criar uma alternativa para viabilizar a manutenção da estrutura, referindo-se à criação de um pedágio. "Se vocês (imprensa) buscarem declarações passadas vão ver que isso foi dito", comentou Luiz Domingues.

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Casas de passagem da prefeitura poderão ser usadas para agilizar transferências de 850 famílias
Logo após a assinatura do contrato, na segunda-feira, a empresa vencedora da licitação e o Dnit vão começar o cadastramento das famílias atingidas. A estimativa inicial é de que 850 precisem ser transferidas. Elas serão colocadas em um condomínio de passagem - a fim de não atrasar a obra - até conclusão das transferências definitivas. Casas de passagem da Prefeitura deverão ser utilizadas para agilizar a retirada.

Ainda não há local para construções provisórias ou definitivas para as famílias. A busca por esses espaços deve começar a partir da assinatura do contrato, na próxima semana. Também deve se iniciar a construção de vigas e outras partes necessárias para a obra sobre o Guaíba. Tudo isso, mais o cadastramento de famílias atingidas, vai ser feito ao mesmo tempo a fim de garantir agilidade, explicou Praxe.

A obra, se tudo correr como o esperado, vai ser concluída em 2017. O general comentou que o prazo é possível de ser cumprido. Admitiu, no entanto, que imprevistos são inevitáveis em construções conduzidas tanto pela iniciativa pública quanto a privada. "Obra é um desafio, um verdadeiro combate", alertou.

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