O criação e análise do estudo feito pela Concepa demorou um ano e quatro meses. Silva não quis falar em prazos para a entrega das próximas licenças, mas revelou que a opção por escolher um projeto pré-aprovado “vai reduzir bastante” o tempo de análise. A primeira reunião para discutir as licenças ambientais necessárias para a construção da segunda ponte foi realizada na Capital.
A construção depende também do reassentamento de 850 famílias de moradores das ilhas e das vilas Areia e Tio Zeca atingidos pelo projeto. O contrato para a construção da ponte foi assinado no dia 31 de março, em Brasília.
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