Winkler explicou que foram três os fundamentos concordando com a dispensa do processo licitatório: o fato de uma única empresa estar apta a levantar a casa prisional em módulos - como quer o Estado -, a rapidez para a entrega do presídio – oito meses -, e a economia de quase R$ 6 milhões – se comparado ao custo com outro método de construção.
Em um modelo com licitação, a demora estimada era de, no mínimo, três meses a mais, podendo chegar a um ano e meio, conforme o procurador. A Secretaria de Segurança Pública ainda não anunciou quando as obras devem começar.