Ambos se posicionaram a favor do aborto. "Cabe à mulher e não ao Estado pesar valores e sentimentos de ordem privada para deliberar pela interrupção ou não da gravidez”, afirmou a ministra. "A interrupção da gestação de feto anencefálico não configura crime contra a vida – revelou-se conduta atípica”, destacou. O relator acrescentou: “O anencéfalo jamais se tornará uma pessoa. Em síntese, não se cuida de vida em potencial, mas de morte segura”, acrescentou.
O ministro Joaquim Barbosa, que antecipou voto, também acompanhou a posição do relator. Dessa forma, já são três votos favoráveis. Nenhum ministro votou contra. Após a manifestação de Rosa Maria Weber, o ministro Luiz Fux começou a proferir o voto.