Poucos dias depois do atropelamento, a Justiça solicitou a prisão do servidor e Neis se internou em uma clínica de tratamento psiquiátrico na zona Sul de Porto Alegre. Após diversos exames clínicos que atenstavam que o servidor deveria permanecer internado, o MP se posicionou contra o pedido de insanidade mental do motorista.
No dia 3, a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) confirmou que assumiria a custódia do motorista, até então internado no Hospital Parque Belém. A segurança, que era feita pela Polícia Civil, foi substituída por agentes da Susepe. No dia 11, Neis foi transferido para o Presídio Central.
O motorista alega que avançou com seu Golf sobre os ciclistas do Massa Crítica porque estava sendo ameaçado de linchamento. Ele teria tomado a atitude para defender a integridade física do filho adolescente, que estava junto no carro.