Com isso, a Transpetro, a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Capitania dos Portos, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Rio Grande do Sul têm um prazo de cinco dias para esclarecer a questão e informar os procedimentos adotados até agora para a solução do problema.
Para a Transpetro, os procuradores pedem que a empresa esclareça o que está ocasionando o desabastecimento, além das providências tomadas para regularizar a situação, de modo a não haver o aumento indevido de preço, com prejuízo aos consumidores. Aos demais órgãos, o MPF requer que seja informado, desde os procedimentos de fiscalização até as condições climáticas nos últimos 30 dias, além da a navegabilidade do terminal petrolífero de Tramandaí, no Litoral Norte gaúcho. Após receberem as informações solicitadas, os procuradores devem analisar as medidas jurídicas a serem adotadas.
Na terça-feira, os postos de combustíveis começaram a ficar desabastecidos em Porto Alegre e em cidades do Interior do Estado. Conforme Agência Nacional do Petróleo (ANP) no Rio Grande do Sul, o mau tempo havia causado o problema, já que não era possível realizar a descarga de petróleo no terminal marítimo de Tramandaí. Com a dificuldade para obter gasolina, empresas passaram a buscar alternativas em Santa Catarina e no Paraná.