Para Peluso, não se pode quebrar o sigilo das conversas mantidas entre os presos e seus advogados. “Quebrar sigilo não pode. O que se pode é tomar medidas, a partir das autoridades penitenciárias, que têm capacidade e competência para tal, para minimizar o problema. Na verdade, eu nem acredito que seja possível impedir que isto venha a ocorrer”, disse.
“Há milhões de meios de comunicação entre os presos, os advogados e seus parentes e eu não acredito que isto seja possível. Pode-se é restringir essa comunicação, reduzir as oportunidades, mas isto se pode fazer por meio de simples medidas alternativas”, completou.