A partir de 1º de novembro, ele deixa a Promotoria Especializada Criminal para atuar em outra frente, que trata de crimes relacionados à lei Maria da Penha. Herbstrith já havia recebido outra punição administrativa - uma censura -, antes de ter a remoção determinada.
O corregedor-geral do MP, Armando Lotti, disse que não tem autorização legal para se pronunciar sobre o assunto e que a única pessoa habilitada a falar sobre o caso é a procuradora-geral de Justiça, Simone Mariano da Rocha, que também preside o Órgão Especial do MP. A assessoria de imprensa do MP, no entanto, afirmou que a procuradora não pretende falar sobre o caso.