Dez picapes Nissan Frontier foram atingidas. Quatro delas, foram totalmente destruídas. A principal suspeita é de que o incêndio tenha sido um ato criminoso. Apesar da queima ter sido sequencial, haveria indícios de mais de um foco de princípio das chamas. Conforme o chefe de Comunicação Social da BM, major Leandro Balen, há grande expectativa de que os laudos solicitados ao Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Estado sejam conclusivos sobre a fonte e os materiais envolvidos na combustão.
Balen explica que o IPM transcorrerá na Corregedoria, em regime de sigilo, por um período de 40 dias, prorrogável por mais 20 dias, se necessário. “A reserva das informações é definida para que o inquérito não sofra interferências. Esta é a prática na Justiça Militar”, justifica.
O chefe de Comunicação acrescenta que há grande confiança no trabalho do IGP. “A promessa é de que a Brigada terá os laudos em 30 dias, mas contamos com empenho da instituição responsável para que esse prazo seja superado em virtude da relevância da investigação”, afirma. O major alerta que as contribuições ao inquérito podem ser reportadas pelo telefone (51) 3288-2700 do Quartel General da BM, ao setor da Corregedoria-Geral.