Um deles, conhecido como Beiço, de 36 anos, terá de cumprir 16 anos de prisão. Ele era reincidente. O outro acusado, apelidado de Índio, de 25 anos, é réu primário e recebeu pena de 15 anos e meio de detenção.
O promotor de Justiça Eugênio Amorim representou o Ministério Público no plenário. O juiz Volnei dos Santos Coelho presidiu a sessão, que contou com sete jurados. A defesa dos réus foi realizaada pela Defensoria Pública do Estado.
Maciel, conhecido como Seu Léo, foi morto por lutar contra o tráfico de drogas na Vila, instalada em um terreno da Justiça Federal no Centro de Porto Alegre. Ele foi assassinado com dois tiros no rosto e quatro nas costas. O crime ocorreu em um galpão de reciclagem. Outros dois filhos do homem foram mortos em Canoas. A família é atendida por um programa do governo do Estado que prevê proteção policial.