O caso também é alvo de debate no Tribunal de Contas do Estado. Na prática, as obras seguem suspensas por força de uma medida cautelar aplicada pelo conselheiro Cezar Miola. Na quarta, o Pleno do TCE adiou mais uma vez a análise da decisão depois que a Procuradoria-Geral do Estado entregou aos conselheiros mais informações justificando a necessidade das obras, em caráter emergencial. Quando a sessão foi suspensa, o placar estava em 2 votos a 1, a favor da iniciativa do governo. Três conselheiros ainda não haviam votado.
Auditorias do próprio TCE verificaram que o Estado não dispõe de servidores aptos a permitir o funcionamento dos presídios em prazo tão curto e que não há prova de que as licenças ambientais para as obras foram obtidas.