O Tribunal do Júri da Comarca de Novo Hamburgo condenou Airton da Silva da Fonseca, de 32 anos, pelo feminicídio de sua companheira, Franciele Greff Mentz, cometido em 2025. O réu foi sentenciado a 41 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado. Ele seguirá preso.
O julgamento foi presidido pela Juíza de Direito Bruna Casagrande Siebeneichler, da 1ª Vara Criminal da Comarca. A sessão plenária teve início com a oitiva de três testemunhas de acusação e duas de defesa. Ao final, o Conselho de Sentença reconheceu que o feminicídio foi cometido com recurso que dificultou a defesa, por meio cruel e na presença de descendente da vítima.
Atuou na acusação o Promotor de Justiça Robson Jonas Ribeiro e, na defesa do réu, a Advogada Dativa Magda de Araújo Prates.
Caso
Segunda a acusação, na madrugada de 12 de abril de 2025, Franciele foi morta a facadas dentro da residência onde vivia com o companheiro no bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo. Após o crime, ele deixou o local e, mais tarde, apresentou-se à polícia.
O casal mantinha um relacionamento de aproximadamente dez anos e tinha uma filha de cinco anos, que estava na residência no momento dos fatos.
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