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O advogado de Leandro Boldrini, Jader Marques, impetrou o habeas corpus alegando a ausência de requisitos legais para a manter Boldrini preso. O defensor afirmou a insustentabilidade da medida com base na garantia da ordem pública e destacou que a madrasta de Bernardo, Gracieli Ugulini, que também é ré no caso, excluiu a participação de Leandro ao depor à Polícia.
A defesa declarou também a vontade de Leandro de residir em Porto Alegre. Jader Marques também pediu a transferência da competência do caso para a Comarca onde a morte de Bernardo foi consumada: Frederico Westphalen. O desembargador também recusou esse pedido, alegando não haver evidências da falta de competência da Comarca de Três Passos para julgar o caso.
Na última terça-feira, o Juiz Marco Luís Agostini, da Comarca de Três Passos, negou o pedido de revogação e manteve a prisão temporária de Evandro Wirganovicz, o quarto preso, em 10 de maio, pela morte de Bernardo. Ele é irmão da assistente social Edelvânia Wirganovicz, detida ainda em 14 de abril, junto de Boldrini e Graciele. Na segunda-feira, Agostini negou a transferência de prisão de Graciele, que cumpre prisão preventiva em Guaíba, na região Metropolitana.