Diversas imagens foram analisadas para tentar elucidar o incêndio, ocorrido em fim de fevereiro, mas nada foi encontrado. Todos os militares de plantão daquela noite também já prestaram depoimento. Enquanto isso, a BM permanece sem informações sobre a auroria e a motivação do incêndio. O comandante-geral da Brigada Militar (BM), coronel Fábio Fernandes, chegou a cogitar a hipótese de que integrantes da corporação tenham participado do incêndio de viaturas.
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O subchefe de Comunicação Social da BM, major Leandro Balen, permanece aguardando a chegada do laudo pericial para aprofundar a investigação. “Enquanto nós ainda não tivermos um laudo definitivo da perícia informando a origem do fogo e uma possível motivação, não há como ter uma conclusão definitiva”, disse.
As seis viaturas danificadas ainda não foram recuperadas à corporação. A Brigada Militar pretendia concluir o inquérito em 40 dias, projetou o comandante Fábio Fernandes.
Na noite do dia 24 de fevereiro, o fogo atingiu dez veículos, dos quais quatro ficaram totalmente destruídos.
As caminhonetes, avaliadas em R$ 90 mil cada, não possuíam seguro. No local, havia 206 veículos.