Além dela, outras duas pessoas também pagaram a fiança no valor de R$ 144 mil cada um. O quarto envolvido entrou com uma petição pedindo um prazo maior para efetuar o pagamento de R$ 144 mil.
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Na última sexta-feira, o juiz Orlando Fachini Neto, que respondia interinamente pela 3ª Vara Criminal, decretou a prisão preventiva do advogado apontado como líder da quadrilha, mas negou dos outros quatro envolvidos, determinando, porém, o pagamento de fiança em 72 horas. Caso não pagassem os valores, os quatro poderiam ser presos.
O suspeito de liderar a fraude continua foragido nos Estados Unidos, onde é procurado pelo FBI, a polícia federal americana. Ele estaria acompanhado da mulher e de outros membros da família. O advogado é acusado de apropriação indébita, onde ficava com valores total ou parte dos recursos de clientes, que haviam ganho ações na Justiça contra empresas de telefonia.