Política

Dois desembargadores do RS abrem mão de auxílio-moradia

Previsão é de que pagamento comece em outubro a quem solicitar

Por Samuel Vettori

Já são pelo menos dois os casos de magistrados do Tribunal de Justiça (TJ) que, por serem contrários à concessão do auxílio-moradia, não pedirão o benefício. O desembargador João Barcelos de Souza Júnior formalizou à administração do judiciário que abre mão do valor. A mesma posição tomou o colega dele, Carlos Roberto Lofego Caníbal. Souza Júnior não quis gravar entrevista, mas confirmou não ter interesse em receber os R$ 4,3 mil mensais. Caníbal afirmou ter críticas ao pagamento do valor.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regulamentou o pagamento de auxílio-moradia para juízes federais e estaduais em atividade. O TJ e o Tribunal Regional Federal da 4ª Região garantem que o benefício só vai ser pago para quem solicitar. A previsão é de que o primeiro pagamento comece a ser depositado nas contas em outubro. Cada estado pode definir qual o total repassado.

A resolução é do dia 15 de setembro, protocolada no Diário Oficial da União em 18 de setembro. O benefício também vale para procuradores da República, uma vez que o conselho do Ministério Público regulamentou o auxílio para a categoria.

Bookmark and Share