Suplente em 2020, Abigail Pereira, do PCdoB, assumiu uma vaga na Câmara da Capital, junto de Giovani Culau, após as eleições de Bruna Rodrigues e Daiana Santos para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados, respectivamente. No pleito deste ano, com 4.353 votos, ficou novamente na suplência de seu partido.
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A vereadora diz que é uma “candidata de opinião”, ou seja, não tem votos definidos por territórios ou por segmentos. “Isso traz mais dificuldade na ampliação dos votos”, diz, avaliando que este é um dos principais motivos para o insucesso na eleição.
Além disso, atribui, também, à necessidade de renovação do Legislativo e à faixa etária. Ela tem 64 anos. “Teve uma debandada dos mais velhos. Aconteceu uma renovação geracional”, comenta.
Aposentada, Abigail quer dedicar o seu tempo fora da política para os cuidados com os netos. Diz, porém, que seguirá militando nas pautas defendidas pelo PCdoB, mesmo que não planeje mais concorrer a cargos eletivos. “Deixar de militar não passa pela minha cabeça. Tenho muito a contribuir. Vou continuar lutando enlouquecidamente por creches”, ressalta.
*Sob supervisão de Mauren Xavier
