Sebastião Melo (MDB) já passa a reconhecer a dificuldade de encaixar os 11 partidos aliados no espaço disponível para o secretariado. Durante a campanha eleitoral, o prefeito comprou “muita linha e muita agulha para poder costurar”, como definiu.
“Os partidos todos têm legitimidade para estar nesse processo, mas têm também que oferecer quadros para aquelas áreas que possam fazer entregas”, alertou o emedebista.
“Não tem a obrigação de fechar o governo dia 31 (de dezembro)”, indicou. A tendência é que a prefeitura ingresse na gestão 2025-2028 sem o secretariado completo. Melo já havia anunciado que a reforma administrativa contendo mudanças pontuais no organograma do Executivo deve ficar para o ano que vem. “Se não for possível, a gente continua em janeiro.”
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Melo deve anunciar mais nomes de primeiro escalão entre o domingo e a segunda-feira, após agenda em Brasília, onde fará assinatura de contratos de financiamento.
“Pretendo, no final do domingo ou na segunda-feira, anunciar alguns nomes a mais que vamos costurando na viagem para Brasília”, antecipou.
“Conforme for amadurecendo, vamos divulgando o secretariado, aqueles que permanecem, aqueles que mudam. O acerto na escolha de uma gestão é o que vai definir as entregas”, disse ainda Melo.
