"Já estávamos aqui quando o documento chegou por e-mail, mas estava inelegível e o original nem sequer foi entregue ainda. O STF ainda está aprendendo a fazer execuções", informou. O advogado ressaltou que o deputado não tem problemas de saúde que o impeçam de cumprir pena na cadeia e disse ainda que vai pedir a transferência de Pedro Henry para Cuiabá tão logo o processo esteja disponível.
Em seguida, também pretende encaminhar sugestões de trabalho para o deputado, que cumprirá a pena de 7 anos e 2 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em regime semiaberto. "Ele (Henry) é médico, com três especialidades. Não vai ser difícil receber uma oferta de emprego", afirmou. Henry é médico-legista, clínico geral e hiperbárico.
Pouco depois de a PF ter confirmado que recebeu a ordem de prisão, o deputado enviou uma carta de renúncia à mesa diretora da Câmara dos Deputados. No texto dirigido a Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Casa, o parlamentar argumenta sua inocência e diz não querer expor a instituição mais do que já está exposta com o caso do mensalão.