Saúde

Projeto de contadores de histórias no Getúlio Vargas proporciona escuta e interação junto aos pacientes

Ação vai acontecer todos os sábados de agosto nas unidades de Pediatria, Clínica Médica e Acolhimento da instituição de saúde de Sapucaia do Sul

Projeto conta com mais de 60 voluntários levando alegria para os hospitais do RS
Projeto conta com mais de 60 voluntários levando alegria para os hospitais do RS Foto : Jocélia Bortoli / FHGV / CP

As unidades de Pediatria, Clínica Médica e Acolhimento do Hospital Getúlio Vargas, em Sapucaia do Sul, aos sábados do mês de agosto, poderão receber um grupo de contadores de história da Associação Viva e Deixe Viver, que atua desde 2004, no Rio Grande do Sul.

Entre os voluntários, está a analista de recursos humanos, que trabalha na Unidade de Gestão de Pessoas da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas, Idione Klein da Rosa. Em 2006, ela passou a contar histórias e a usar da alegria para amenizar situação de pessoas, que muitas vezes, passam por dificuldades, sobretudo, relacionadas à saúde. Trata-se do projeto Viva HMGV, que possui momentos de escuta, leveza e interação em sua proposta de trabalho.

De acordo com a coordenadora da Maternidade, Ana Paula Mesquita, uma das unidades beneficiadas com o projeto, a ação fortalece o vínculo entre equipe e paciente. "Ser voluntária contadora de histórias em um hospital é algo que não dá para explicar só com palavras. É sentir, entrar num quarto e ver um olhar cansado se iluminar com uma simples história. É perceber que, por alguns minutos, a dor dá lugar ao sorriso, à fantasia, à esperança. Quando esse contato acontece no lugar onde você trabalha, tudo se intensifica", relata Idione.

Há duas semanas com a mãe de 81 anos internada na Clínica Médica do HMGV, a dona de casa Silvia Queiroz, moradora do bairro Vargas no município, pode presenciar a ação dos contadores de história duas vezes. "É um momento de carinho e alegria a quem precisa."

Em 2015, Idione assumiu a coordenação no sul do Brasil da Associação Viva e Deixe Viver. Atualmente, são cerca de 65 contadores que também atuam no Hospital Santo Antônio em Porto Alegre, na Associação de Assistência à Criança com Deficiência, no Kinder Centro de Integração da Criança Especial e na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Sapucaia do Sul.

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