Eleições

“Tem tudo para que as Eleições 2026 possam ocorrer bem”, afirma o desembargador Francisco José Moesch

Jurista visitou a sede do Correio do Povo nesta sexta-feira

O desembargador aposentado Francisco José Moesch visitou a sede do Correio do Povo
O desembargador aposentado Francisco José Moesch visitou a sede do Correio do Povo Foto : Camila Cunha

O desembargador aposentado Francisco José Moesch visitou a sede do Correio do Povo na manhã desta sexta-feira (24). Na oportunidade, ele se reuniu com o diretor presidente do jornal, Marcelo Dantas, e com o diretor de Redação, Telmo Flor, e conheceu o acervo histórico da redação. Moesch também falou sobre as eleições deste ano.

Para Moesch, tem tudo para que as Eleições 2026 possam ocorrer bem. “Com a competência do nosso Tribunal Regional Eleitoral, na presidência da desembargadora Maria de Lourdes Braccini de Bastos e na vice-presidência de Antônio Maria de Freitas Iserhard, além de toda a equipe de funcionários do Tribunal e de todos os juízes, será organizada uma grande eleição.”

Segundo o desembargador, o principal desafio para este pleito é levar a legislação eleitoral a todos os participantes do processo. “Levar a legislação do que é possível fazer e do que é lícito. E também valorizar a democracia, onde há espaço para todos: para a extrema-direita, centro-direita, centro, centro-esquerda e para a extrema-esquerda. Todos têm espaço, e isso é muito importante.”

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Moesch recordou que, nas eleições de 2022, cerca de 110 mil pessoas trabalharam para que tudo ocorresse bem naquele pleito. “A nossa preocupação era que não houvesse violência, nenhuma agressão, nenhum tipo de calúnia ou difamação, nem nada que prejudicasse o pleito.”

Para o desembargador, as inteligências artificiais e as fake news podem, de certa forma, afetar a eleição, pois, segundo ele, é comum usá-las no sentido de disseminar desinformação. “Isso tem formas de controle um pouco mais sofisticadas. Eu estava no Tribunal no dia da eleição de 2022, e as pessoas resgatavam coisas de 2018, 2016 e 2014. Nós temos é que mostrar, depois, que o que prevalece é a verdade e a transparência.”

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