Um mês depois de aberto esse inquérito por iniciativa do presidente do Supremo Dias Toffoli, a Procuradora-Geral Raquel Dodge, em abril de 2019, mandou arquivá-lo, arguindo a Constituição e no estado democrático de direito. Mas nada aconteceu.
Os ministros da Agricultura e Turismo, recém chegados de reuniões do G7 e G20, ficaram com a impressão de que a imagem do Brasil nunca esteve tão ruim
Noventa por cento dos idosos contribuem com o orçamento de casa
Quem votou diz que não votou, que conduziu diz que só conduziu, mas o jabuti ficou lá, aprovado pelo Congresso Nacional
Por 62 anos privados de liberdade, os cubanos estão explodindo, mesmo sem armas
Certamente um juiz da Suprema Corte não confunde livre manifestação do pensamento, com conspiração contra a democracia
Valores são postos de lado
O presidente é porta-voz de si próprio
No pessimismo, afundam todos – primeiro os pessimistas
Fico imaginando quanta gente importante no seu ramo de atividade está precisando sair de sua bolha, para conhecer os brasileiros
Quem, afinal, tem a força da maioria? Costuma-se considerar que a dúvida sobre quem é maioria numa democracia é sempre decidida nas urnas – a hora da verdade.
Para onde irá a terceira via no segundo turno? Para que lado vai o centro? Eduardo Cunha deve estar se divertindo com o que ele fez pensar com essa entrevista à CNN.
O senador Girão citou em seu requerimento o fato de a Polícia Federal conduzir 61 investigações sobre fraudes diversas com dinheiro federal, mas isso não motivou até agora os inquisidores da Comissão.
O artigo 5º, dos Direitos e Garantias Individuais e Coletivos, é chamado de cláusula pétrea, porque no art. 60 a Constituição estabelece que não será sequer examinada proposta destinada a abolir os direitos e as garantias individuais.
Esta semana, o Presidente inaugurou asfalto novo na Bahia, e era um pavimento muito espesso - não havia sido retirada a maior parte para propina.
O que fará Renan Calheiros se investigarem verbas federais destinadas a Alagoas, onde o governador é seu filho?
O Supremo tem agido como Executivo, Legislativo e até Constituinte
O manifesto adverte sobre "submissão arbitrária do indivíduo ao estado… respeito aos direitos individuais… excesso, abuso, intimidação”