O Brasil, infelizmente, mesmo com o advento da Leia Maria da Penha (2006) e algumas (na prática, não muitas) políticas de inclusão, segue no top 10 deste desonroso ranking planetário, com um número ainda inaceitável de violência de contra a mulher registrado a cada ano. Fora a cifra obscura, os casos que nunca vêm a conhecimento público.