Ele me entregou o lanche, retirou capacete sem se importar com a chuva grossa que caía e sorriu. “Lembra de mim , capitão?”. Eu, que já não era mais capitão há coisa de um ano, menti que sim. Com algum receio, não nego. Mas o sorriso franco de dentes imperfeitos e um olhar úmido de uma alegria quase infantil me inspiravam confiança. “Então. Devo isto ao senhor".