Representantes das duas principais economias do mundo fecharam acordo neste final de semana
Guerra comercial de Trump gerou prejuízos para as pequenas empresas americanas dependentes da produção chinesa
Participam por parte dos Estados Unidos o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer
Desde que Trump retornou à Casa Branca em janeiro, governo dos EUA impôs tarifas de até 145% sobre produtos da China
Gigante do varejo on-line não confirmou a intenção de publicar o impacto das tarifas alfandegárias
Instituição prevê um crescimento econômico regional de 2,1% neste ano e 2,4% em 2026
Possível acordo aumenta as esperanças de uma possível diminuição das tensões comerciais
Imagem, gerada com Inteligência Artificial (IA), ironiza o cenário dos Estados Unidos obrigados a produzir seus próprios produtos devido à guerra comercial
Presidente chinês desembarcou nesta segunda-feira ao Vietnã
Trocas comerciais com Estados Unidos foram de 1,8 trilhão de dólares em 2023
Medida reduz o impacto de custo de vários produtos populares de alta tecnologia para os consumidores americanos
As duas maiores economias do mundo estão envolvidas em uma guerra comercial
Mercados evitam o dólar americano, a dívida e as ações, em uma onda generalizada de desconfiança
Trump abalou as regras do comércio global na semana passada ao impor altos impostos às importações de seus parceiros
Questão continua gerando controvérsias dentro da UE, e a França permanece firme em sua oposição ao tratado
Exportações chinesas para os Estados Unidos ultrapassaram 500 bilhões de dólares em 2024
Pequim advertiu Washington que as tarifas "impactarão severamente" a estabilidade econômica mundial
Pete Hegseth afirmou que exército chinês "tem uma presença excessiva no hemisfério ocidental"
Pacote afeta produtos como soja, motocicletas e produtos de beleza
Pequim prometeu lutar "até o fim" contra a campanha tarifária de Washington