Dos 107 árbitros selecionados para a Copa do Mundo 2026, seis são mulheres. Embora o número se equipare ao Mundial do Catar, primeiro que teve arbitragem feminina, a quantidade representa somente 3,5% do total de profissionais convocados para o torneio deste ano.
Das seis árbitras, duas vão apitar partidas: a estadunidense Tori Penso e a mexicana Katia Itzel García. Além delas, o time feminino deste ano contará com as árbitras assistentes de campo Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt, dos Estados Unidos, Sandra Ramírez, do México, e a árbitra assistente de vídeo Tatiana Guzman, da Nicarágua. O Canadá, país-sede da Copa 2026 ao lado dos Estados Unidos e do México, não terá nenhuma representante mulher.
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A estreia da arbitragem feminina no Mundial deste ano será na quinta-feira (18). O trio estadunidense composto por Tori Penso, Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt estará à frente de República Tcheca e África do Sul, partida válida pela segunda rodada do Grupo A. Além de ser a primeira mulher a apitar um jogo neste Mundial, Tori também será a primeira americana responsável por uma partida de Copa no futebol masculino.
Essa será a segunda vez que um trio de arbitragem feminino lidera uma partida de Copa do Mundo de Futebol Masculino. Antes, tal configuração só havia acontecido durante Alemanha x Costa Rica, partida do grupo E da Copa do Catar. Na época, a francesa Stéphanie Frappart se tornou a primeira mulher a apitar um jogo de Copa do Mundo. A brasileira Neuza Back era parte do trio, completado pela mexicana Karen Díaz Medina.
Entre o Catar e o Brasil
Na Copa do Catar, além de Stéphanie Frappart, Neuza Inês Back e Karen Díaz Medina, a lista contava com Salima Mukansanga, da Ruanda, e Yoshimi Yamashita, do Japão, que foram selecionadas para atuar como árbitras de campo, e Kathryn Nesbitt, árbitra assistente e a única remanescente para o Mundial de 2026.
O Brasil, que leva nove profissionais de arbitragem para a competição – a maior equipe entre todos os países – não contará com nenhuma mulher neste ano.