Desde o dia 1º de outubro de 1895, o Rio Grande do Sul enfrentou diversos desafios, de movimentos armados, como a Revolução de 1923, até crises climáticas, como as enchentes de 1941 e 2024.
Seja vivenciando ou mesmo fazendo parte da história, um fato não é alterado desde então: o compromisso com a verdade, a partir de um pensamento independente, com que o Correio do Povo acompanhou todos estes fatos.
Nesta terça-feira, o jornal completa 129 anos de fundação, sendo o mais antigo diário do Estado em circulação. A chegada do novo ciclo também serve de largada para o início das celebrações de 130 anos do Correio do Povo, que serão marcadas pelo olhar para o futuro a partir de bases sólidas construídas com credibilidade e a partir do pensamento independente herdado como missão.
Criado por Caldas Júnior em outubro de 1895, cada edição impressa veiculada do Correio do Povo desde então carrega fragmentos de um quebra-cabeça que ajuda a contar e entender a história do Rio Grande do Sul e do Brasil. Por isso, cuidar da própria memória é também garantir bases para pensar no futuro.
E um dos principais objetivos do jornal para a celebração dos seus 130 anos está na digitalização completa e disponibilidade de seu acervo, concretizando nisso o acesso a um patrimônio do Correio do Povo e da sociedade gaúcha e brasileira.
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