A Ecobarreira do Arroio Dilúvio já impediu que mais de 1.29 mil toneladas de resíduos, como plásticos, pedaços de madeira e até animais mortos, chegassem às águas do Guaíba. O quantitativo recolhido equivale a cerca de 42 carretas que transportam os resíduos para a destinação final.
A primeira coleta realizada pelas equipes do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) foi em 30 de março de 2016. O equipamento está posicionado na esquina das avenidas Borges de Medeiros e Ipiranga, no bairro Praia de Belas.
Diariamente, os materiais são erguidos pelas gaiolas da estrutura, coletados pelas equipes de limpeza urbana e encaminhados para o aterro sanitário de Minas do Leão. O diretor-geral do Departamento, Carlos Alberto Hundertmarker, destaca a importância do trabalho realizado. “A Ecobarreira é um marco na defesa do Guaíba. Essa estrutura não só protege o lago, mas nos lembra que cada pedaço de plástico retido é uma oportunidade de repensar nosso consumo.”, destaca..
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O presidente do Instituto Safeweb, Luiz Carlos Zancanella Junior, idealizador da ação, destaca que a instituição se dedicou a melhorar não só a operação da barreira ecológica, mas também a ampliar as ações nos últimos anos. "A Ecobarreira do Arroio Dilúvio hoje é um símbolo de como inovação e mobilização social podem regenerar ambientes. A cada garrafa retirada, reforçamos que a preservação do meio ambiente depende de ações concretas", finaliza.
Ecobarreira - Mantido e coordenado pelo Instituto Safeweb, o projeto tem o apoio das secretarias municipais de Serviços Urbanos (SMSUrb) e do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus), do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) e do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).