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A determinação da cautelar foi emitida pelo corregedor-Geral, desembargador Tasso Caubi Soares Delabary. A Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) considerou, ao determinar o cancelamento, o comunicado de suspensão preventiva de Dal Agnol feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS) e o significativo número de demandas que o advogado tinha em todo o Estado.
O paradeiro de Dal Agnol, que teve a prisão decretada pela Polícia Federal durante a Operação Carmelita em fevereiro desse ano, é desconhecido. No dia do cumprimento dos mandatos policiais, em Passo Fundo, Dal Agnol estava em viagem aos Estados Unidos. As investigações da PF iniciaram a partir de da denúncia de clientes que ingressaram na justiça através do escritório do advogado. Após vencer as ações, ele repassava apenas parte do valor ou simplesmente não o repassava, alegando ter perdido a ação.